
Edited by Lucas Piechancoski in 10/08/2008 at 01:55pm:
Rafael Ganecci é o entrevistado da rodada, ele que é um dos 3 pilotos que estão em equipes singles, Ganecci não está com um histórico muito bom na atual liga BWL mas ainda pretende se recuperar nesta edição, para quem sabe poder correr com os dinossauros.
Lucas Piechancoski: Você sempre foi um piloto que disputou titulo em tudo o que correu, já nessa Australian V8 seu desempenho não é lá dos melhores, qual sua justificativa?
Rafael Ganecci: Nem sempre foi assim. Acredito que nessa liga meu desempenho está abaixo do esperado por um motivo. O carro não tem força pra fazer frente às equipes de ponta, então me vejo na obrigação de andar num ritmo mais forte e tentar estratégias consideradas malucas pra conseguir algum resultado bom e por isso tenho quebrado e cometido alguns erros que normalmente não faço.
LP: Você se considera um grande piloto?
RG: De certa forma sim. Se estou onde estou é porque tive méritos e por isso me considero um bom piloto. Azares acontecem e isso prejudica um pouco numa avaliação geral. Acredito que se tivesse mais chance e tempo de disputar certas ligas, meu conhecimento seria maior e assim poderia ser um piloto mais veloz e considerado bom.
LP: Acha que a disputa desta emocionante BWL fica entre quem?
RG: Talvez fique com o Leds ou o Cuenca. Mas V8 Supercars costuma dar muita reviravolta e há corridas decisivas que podem e vão fazer muita diferença pro campeonato. Mas nesse primeiro momento aposto no Leds. Não posso esquecer do Zanchetta.
LP: Você sente falta de um colega de equipe?
RG: Nenhum pouco. O apoio da equipe é voltado para apenas um piloto. Isso é bom porque não tem aquela cobrança de escolher um ou de ter preferência. Os ajustes são mais complicados, porém não impossíveis de se realizar. Estou me sentido muito bem com a equipe, é algo novo e isso me motiva ainda mais a correr e tentar melhorar na liga.
LP: Já houve algo na pista que você se arrependeu arduamente de ter feito?
RG: Algumas estratégias que no papel são ótimas acabam sendo péssimas na pista. Mas de modo geral não me arrependo de muita coisa.
LP: Qual seu titulo mais difícil?
RG: Sem dúvidas o meu último da F1 2008, com a BMW. Foi um começo ruim com um grande salto e domínio no meio do campeonato, porém perdi muito rendimento nas corridas finais e vi um fantasma crescer: Ferrari. Felizmente em Interlagos consegui fazer uma ótima corrida, vencer e conquistar o título.
LP: Para terminar, qual foi seu maior rival na pista nos tempos de corrida?
RG: Sem dúvidas Eric Nordenson. Foi o maior porque nos enfrentamos em duas ligas e o embate foi duro. Não tive a chance de derrotá-lo, mas ainda vou fazer isso. É uma das minhas metas.
Ganecci que é atual piloto da equipe single Autobarn Racing e aposta em uma recuperação na parte final da liga. Ganecci está com 708 pontos e ocupa a 19ª colocação na XIV BWL.
Lucas Piechancoski: Você sempre foi um piloto que disputou titulo em tudo o que correu, já nessa Australian V8 seu desempenho não é lá dos melhores, qual sua justificativa?
Rafael Ganecci: Nem sempre foi assim. Acredito que nessa liga meu desempenho está abaixo do esperado por um motivo. O carro não tem força pra fazer frente às equipes de ponta, então me vejo na obrigação de andar num ritmo mais forte e tentar estratégias consideradas malucas pra conseguir algum resultado bom e por isso tenho quebrado e cometido alguns erros que normalmente não faço.
LP: Você se considera um grande piloto?
RG: De certa forma sim. Se estou onde estou é porque tive méritos e por isso me considero um bom piloto. Azares acontecem e isso prejudica um pouco numa avaliação geral. Acredito que se tivesse mais chance e tempo de disputar certas ligas, meu conhecimento seria maior e assim poderia ser um piloto mais veloz e considerado bom.
LP: Acha que a disputa desta emocionante BWL fica entre quem?
RG: Talvez fique com o Leds ou o Cuenca. Mas V8 Supercars costuma dar muita reviravolta e há corridas decisivas que podem e vão fazer muita diferença pro campeonato. Mas nesse primeiro momento aposto no Leds. Não posso esquecer do Zanchetta.
LP: Você sente falta de um colega de equipe?
RG: Nenhum pouco. O apoio da equipe é voltado para apenas um piloto. Isso é bom porque não tem aquela cobrança de escolher um ou de ter preferência. Os ajustes são mais complicados, porém não impossíveis de se realizar. Estou me sentido muito bem com a equipe, é algo novo e isso me motiva ainda mais a correr e tentar melhorar na liga.
LP: Já houve algo na pista que você se arrependeu arduamente de ter feito?
RG: Algumas estratégias que no papel são ótimas acabam sendo péssimas na pista. Mas de modo geral não me arrependo de muita coisa.
LP: Qual seu titulo mais difícil?
RG: Sem dúvidas o meu último da F1 2008, com a BMW. Foi um começo ruim com um grande salto e domínio no meio do campeonato, porém perdi muito rendimento nas corridas finais e vi um fantasma crescer: Ferrari. Felizmente em Interlagos consegui fazer uma ótima corrida, vencer e conquistar o título.
LP: Para terminar, qual foi seu maior rival na pista nos tempos de corrida?
RG: Sem dúvidas Eric Nordenson. Foi o maior porque nos enfrentamos em duas ligas e o embate foi duro. Não tive a chance de derrotá-lo, mas ainda vou fazer isso. É uma das minhas metas.
Ganecci que é atual piloto da equipe single Autobarn Racing e aposta em uma recuperação na parte final da liga. Ganecci está com 708 pontos e ocupa a 19ª colocação na XIV BWL.










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